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 Seja reclamado!

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Dionísio
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MensagemAssunto: Seja reclamado!   Sab Jul 14, 2012 9:53 pm

Para ser reclamado por seu parente divino, os campistas recém-cadastrados devem postar aqui uma pequena ficha com TODOS os campos preenchidos. [...] Os únicos deuses que não valerão aqui - que têm testes especiais - são os seguintes:

| Zeus | Poseidon | Hades | Atena |

A ficha será a seguinte:

1-) Nome do Personagem.
2-) Idade.
3-) Nome do Deus que desejas ser filho.
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus.
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Laís Granger

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Ter Jul 17, 2012 2:30 pm

1-) Nome do Personagem. - Laís Claire Granger
2-) Idade. - 16
3-) Nome do Deus que desejas ser filho. - Hypnos
4-) História da Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus.
Isso não era exatamente um segredo pra mim que meu pai tinha algo estranho. Algo que eu herdei. Minha mãe sempre contou histórias sobre ele. Ela o conhecera em um centro de estudo sobre o sono, disse pra mim o quanto era encantador e carismático e tinha aquele olhar hipinótico e um humor agradavel. "Seu tom de voz me deixava zonza, ele era especial" Ela dizia.
Então, o que herdei dele? Aparentemente exalo cansaço. Sério, as pessoas tendem a ficar assim perto de mim... E claro que não é como se eu tivesse muitas pessoas ao meu redor.

Mas, o fato principal para estarmos aqui é o que descobri sobre eu mesma.
Sou o que você poderia chamar de semideusa. Metade deusa, metade mortal.
Minha mãe me contou isso antes de dormir para sempre. Em seu leito de morte ela me contou tudo... Então agora eu estou incumbida de chegar ao Acampamento meio-sangue. Sua localização é desconhecida para mim pelo fato dela ter... ido... antes de me dizer onde fica...
Segundo ela, meu pai é Hipnos.
Eu queria que ele estivesse aqui quando ela se foi. Helena Granger era uma estrela.

Uma estrela que se apagou para sempre.

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Ele estava sorrindo para mim, e não havia como não sorrir de volta. O sinal ainda tocava bravamente quando joguei minha mochila ao lado de Coonie.
-Você tem que parar com isso! - ele resmungou bocejando.
-Que culpa eu tenho se a minha preguiça é contagiosa? - Ele sorriu novamente, eu retribui.
Connie era o unico garoto normal que falava comigo... Se é que posso chama-lo de normal.
Ele usava muletas e tinha uma barba meio rala. O que queria dizer hormonios afoitos e repetência.
Ele era meu unico amigo também, e tinha mania de mastigar a barra da blusa durante as aulas de Inglês.
A Professora, Miss Jakeline tinha um rosto distorcido e dava em cima dos caras da turma. Ela devia ser uns três anos mais velha que eu apenas. Recém formada, e com ódio mortal por perguntas idiotas. Ela tinha cheiro de curral e não sabia muito de inglês não...

Naquele dia Connie estava particularmente nervoso. Eu havia decidido que confiaria nele e contaria minha história, e o segredo de minha família. Ele parecia resseoso, mas eu decidi não esconder nada da única pessoa que parecia me entender.
-Eu já disse, você não precisa contar nada, é pessoal! - Ele insistia fortemente, e eu já estava ficando desconfiada.
-Não interessa pra você então, tudo bem, eu também não sei nada sobre voce mesmo, deixa pra lá.

Eu passei o resto da aula de Biologia sem olha-lo - Não que estivesse sendo fácil, TDAH é um problema realmente sério - , e ele inquieto mandava bilhetes para mim pedindo desculpas.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ele veio para meu lado na hora do intervalo novamente, e num suspiro resignado disse que queria saber minha história. Eu o ignorei dizendo que não tinha vontade de contar e ele veio com chantagens.
-Se me contar sua história, conto a minha para você...

Aquilo me chamou atenção, eu não conhecia a família dele e gostaria de saber qual o problema dele com comida de verdade... Comida com carne u.u

-Tudo bem, mas quero saber tudo sobre você depois.

Contei tudo a ele. Minha vida difícil em um apartamento em Nova York com a minha mãe, da comida italiana que era fazia da qual mais sinto falta. Da descoberta da doença, e sobre minha como estava sendo complicado a convivencia com a minha tia. Ela é uma nojenta usurpadora de heranças!

E quando cheguei na parte da confissão de minha mãe, ele ficou nervoso, parecia com falta de ar.
-Ela achava que eu era filha de um deus, da para acreditar? Hipnos! - Mordi uma bolacha com gosto de borracha e fiz uma careta quando percebi o estado dele - você esta bem?

-Sim, claro... Ela disse algo sobre um acapamento? - indagou Connie e eu respondi distraidamente. - Sim, Acampamento Meio-Sangue. Infelizmente não disse onde ficava e eu não achei registros... - Então eu parei, dando-me conta de que eu não havia mencionado aquilo. - como você sabe?
-eu-u n-ão sei... ahn, você disse!
-Nao, eu nao disse! O que você sabe?

Ele suspirou.
-eu vim buscar você, Laís.
-buscar?
-Acampamento meio-sangue. - Ele tirou as calças e eu gritei ao perceber suas pernas esquisitas, pernas de bode. - Sou um sátiro. Vou tira-la daqui.

Ele pegou minha mão e saiu puxando em direção a porta de saida.
O sinal tocou.
-Temos aula de Inglês agora! - Protestei quando ele passou a mil pela saida e começamos a correr pelo jardim de entrada.
-Você não entende, a professora...

-... Pegou vocês matando aula! - Disse uma voz triunfante atrás de nós e eu me virei.
Era e não era ela. Possuia presas e pernas estranhas, uma parecia de animal, outra de ferro.
-Empousa - ele sussurrou e eu me dei conta de que era a Miss Jakeline. - Crianças malvadas tem que pagar.
Os cabelos dela pegaram fogo e ela pegou uma espada tirada sabe-se lá da onde e avançou contra nós.
Ela apoiou a perna esquerda um pouco a frente e estoucou, Connie me deu um empurrão e eu cai ao lado dele, que já pegava uma flauta de bambu e tocava loucamente uma musica estridente.
Galhos começaram a sair do chão e se enroscar nela, que começou a cortar com a espada.
-Vamos lá, não pode fazer isso comigo, Connie! - Ela sussurrou dócil, e a musica parou, ela estava com galhos até a cintura. Olhei para meu amigo sem entender e ele estava se aproximando dela.

Ela sorriu pra ele e estendeu a mão. - Deixe a semideusa para depois, faça-me companhia! - Ele pegou a mão dela e eu percebi o que acontecia.

-CONNIE, NÃO!

Tarde de mais, ela o socou com o punho da espada e ele caiu no chão balindo de leve.
Uma fúria tomou conta de mim, senti ela segurar meus ombros, já totalmente solta das raizes. Ela sorriu.

Meus olhos ardiam e ela foi vacilando, percebi que parecia segurar a vontade de bocejar.
-O que esta fazendo comigo, sua fedelha? - Ela levantou molemente a e dessa vez quem sorriu fui eu - Nao faço ideia, mas serviu para acabar com você! - Chutei-lhe a barriga e ela caiu no chão. Retirei a espada de suas mãos e finquei no estômago. Seu olhar foi de confusão a dor e ela virou pó.

-Boa noite, cinderela.

Depois disso acordei connie, que parecia envergonhado, pegamos um taxi e fomos para Long Island, onde eu finalmente conheceria o tão famoso Acampamento Meio-Sangue.
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Hipnos

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Ter Jul 17, 2012 4:09 pm

Reclamada. Seja bem vinda ao chalé u.u

Agora, leia com atenção a Carinhosa MP que irei te mandar

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# God of... # Rest... # Sleep... # and Dreams. #
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Dan V. Ward
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Ter Jul 17, 2012 6:18 pm

Toalet party?
You can't turn back because this road is all you'll ever have
1-) Nome do Personagem.Dan V. Ward
2-) Idade.19Anos
3-) Nome do Deus que desejas ser filho. Dionísio
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus.

Roma-2012
-Acorde Danniel, sabe que não pode se atrasar para seu vôo. -Minha mãe não estava normal nos últimos dias, até porquê de repente minha vó começou a falar sobre meu pai, aquele que eu nem conheci, realmente não tocávamos o nome dele em casa, mas nas ultimas semanas isso foi o assunto mais comentado.
Minha mãe sempre falava que iria superar o trauma de não ter um pai para me buscar em uma festa bêbado, ou para ir à escola quando eu pulei o muro, eu fingia que não, mas tinha certo ódio dele, por ter me abandonado até que não. Mas sim por ter deixado minha mãe grávida e fugido, como um covarde, e ela ainda o defendia e falava que um dia eu entenderia...

Eu morava nos EUA, mas somente para os estudos (que não iam muito bem), mas minha mãe morava na Roma. Estava voltando de férias, e isso deixava minha mãe preocupada, então comecei a arrumar as malas.
-Você não precisa ir esse ano...
-Mãe...Acho que já conversamos sobre isso, você sempre fez questão de me ver um Doutor, e depois de tanto sacrifício eu vou conseguir entrar na faculdade...Tem idéia de quantos jovens com dislexia conseguem fazer isso?
-Eu sei...Mas você pode ir para a Letônia...Lá tem um ensino de ótima qualidade, além de ter sido lá que conheci seu pai...
-Eu vou, e pronto.
-Eu queria fazer algo para que não fosse.
-Talvez não devesse ter ido a Letônia a 19 Anos atrás...
Eu não gostava de falar assim com ela, mas não tinha escolha, além da mais ela iria acabar me convencendo a ir para a Letônia, então era melhor terminar o papo por ali...
Now-EUA-2012
“-Tem certeza que não vai, cara todo mundo estará lá, além do mais, contamos com você para as bebidas.”-Eu nunca fui de negar uma festa, mas por algum motivo hoje não estava afim, meu corpo só queria ficar parado, mas não sei, sem eu não teria bebidas, sem bebidas não tem graça, e eu não gostava de deixar festas sem graça, então tomei um banho e fui à maldita festa.

Assim que cheguei Thales veio até mim, pegar os engradados no carro, então joguei as chaves para ele e sorri.
-Leve tudo sozinho, irei ao banheiro, tranque o carro, te encontro lá dentro.
Conhecia a casa, e já tinha bastante gente... Mas havia uma garota diferente... Seus olhos eram escuros, seu cabelo era loiro e a metade era liso enquanto a outra metade havia pequenos cachos, eu nunca a vira na escola ou nas outras festas como essa, mas resolvi ir logo no banheiro, não seria legal molhar as calças, mas antes peguei um copo de vinho.
O banheiro era grande, havia 3espelhos atrás de cada pia, coloquei o copo em cima de uma das pias e abri a torneira para arrumar o cabelo novamente, mas antes que fizesse isso a porta se abriu, e a mesma garota apareceu. Ela entrou e trancou a porta, apesar de bonita eu fiquei um pouco assustado com o que ela fazia ali.
A mesma não falou uma só palavra, somente chegou e me beijou... Eu por minha vez não me fiz de indiferente... Ficamos lá um pouco, e então me lembrei da vontade de ir ao banheiro.
-Espere só um pouco, já volto.
Entrei no Box e fiz o que tinha que fazer, e então voltei para a entrada do banheiro.’-‘
Quando sai não vi ninguém, somente tinha um cheiro podre no local, e quando viro para trás dou de cara um ser... Uma das pernas de burro, corpo com cerdas, cabelo de fogo e garras, eu não estava acreditando, e como aquela menina virou aquilo... Não tive tempo nem de reparar direito, pois assim que me virei ela quebrou um dos espelhos em minha cabeça. Consegui tampar com o braço, mas mesmo assim me cortei e acabei caindo.
A ex-linda veio devagar até mim e então me levantou com uma de suas mãos, me jogando contra a porta do Box, a rançando fora, então, me levantei e usei toda minha força para arrancar a caixa de descarga e joguei na sua cabeça, o que fez com que ela caísse, me dando tempo para correr até a porta, se não estivesse trancada, claro. Perguntei-me se lá de fora não dava pra escutar toda a barulhada, afinal um banheiro estava sendo destruído, e ninguém chegava.
Não demorou muito para o monstro se levantar e caminhar em minha direção... Ela era tão calma que me deixou irritado o jeito com que vinha em minha direção... Era como se me subestimasse, e isso me irritava muito.
Quando ela estava perto a única coisa que tinha ao meu alcance era o copo de vinho, mais nada, então o peguei e bebi rapidamente... Afinal, se fosse pra morrer, que eu more-se fazendo o que fazia de melhor.
Mas eu não sei por quê... Assim que deu tempo do liquido chegar no meu estomago e se misturar ao meu sangue senti um incentivo...Era como se precisasse ficar vivo, o que não era mentira...Mas algo tinha mudado. Ela não demorou muito e então rapidamente tentou acabar com tudo logo. Tentou atravessar suas garras em minha cara, mas então me abaixei e soquei minha cabeça contra a sua barriga. Era como se eu fosse um boi, e ela um lenço vermelho... Com toda minha força a soquei na porta, mas ela quase não sentiu nada, e então me pegou pelo pescoço com suas garras e me levantou, apertando, e a cada vez mais além de me deixar sem ar ela rasgava minha pele, e uma hora iria chegar na carne...
Antes que isso acontecesse Thales chegou dando um empurrão na porta, e então enfiou a espada entre a barriga do ser, me deixando livre para poder respirar, e fazendo com quem ela se desfizesse em pó negro. Eu por minha vez desmaiei.
A caminho do Acampamento Meio-Sangue
Eu acordei em um carro, Thales estava na frente, do lado de um homem barbudo, que nunca tinha viso antes. Levantei-me do banco lentamente e então olhei para ele.
-Eu acho que bebi demais... Quem é esse, um guarda ou agente do MIB?
Thales riu um pouco e então o homem começou a falar.
-Eu sou Quíron...Já estudou a mitologia grega meu jovem?Pois então, Dionísio, o deus do Vinho, e eu estou te levando pro Acampamento Half-Blood, para que possa ser treinado como um guerreiro e ficar seguro.
Fiquei calado por um tempo até pensar no que dizer, já que nada fazia sentindo.
-E minha...?-O homem me interrompeu.
-Sua mãe já esta sabendo de tudo, fiquei tranqüilo, sua única preocupação agora é se vai acordar vivo... Dia após dia...


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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qua Jul 18, 2012 8:50 am

Dan V. Ward; reclamado como meu filho.
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Katherine L. Jackson
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Sab Jul 21, 2012 3:09 pm


1) Nome: Katherine Lazuli Saphira Jackson

2) Idade: 17 anos

3) Pai/Mãe: Quione

4) História: (Estilo narração "mental")

____________________________________________________________________________

Cheguei ao meu quarto nos fundos do colégio militar em que eu era, definitivamente, obrigada a estudar desde meus 11 anos, logo fiquei conhecida como a 'garota-que-não-está-nem-ai-para-você', não que isso estivesse errado.

Tenho 17 anos agora, cabelos longos e castanhos, olhos esquisitos que não se definem em uma unica cor, de formato amendoado, não muito alta nem muito baixa, nem magra nem gorda, apenas atlética.

Estudo na Academia de Artes Militares de Bhirmington, onde o demônio perdeu as botas, entre duas cidades conhecidas e sendo nem tão conhecida assim a escola é feita somente para filhos de militares que trabalharam em grandes guerras ou algo parecido com isso, nunca me importei de verdade.

Meu pai, mais conhecido como Jonathan Stevan Jackson ou só John, mora no Canada, diga-se de passagem o lugar mais longe que conseguiu ficar de mim, ele é parecido comigo em alguns momentos temos o mesmo jeito de ser, frios e calculados, sentimentais e carentes. Já comentei que acredito nos signos e que o nosso é o mesmo? Escorpião, oh raça!

Minha mãe sumiu assim que eu nasci, isso fez meu pai acreditar que foi minha culpa em algum momento da minha infeliz infância, me deixou com ele e uma carta que dizia que "Cuide dela Johnny, essa pequena garota tem um futuro brilhante, sei disso, e tudo depende de você neste momento, não a abandone." Emocionante não é?

Tenho 2 amigas, ou como aqui eles gostam de chamar, duas aliadas, Alexis e Katrina, de nós 3 Alexis com certeza é a garota da luta corpo a corpo, alta e forte, Katrina é a garota que pensa pode fazer uma armadilha para 5 pessoas com uma caixa de sapatos e 3 metros de arame, e eu sou a garota das armas posso usar qualquer coisa, desde chicotes até espadas.

Hoje meu dia estava cada vez pior, o 1° período da manha é reservado para café e eventualmente um momento para os "aliados" porem a "fofoca" em dia, do 2° em diante é que começa o horror todo reservado para os alunos. Sr. Turner o filho-da-boa-mãe que ensina matemática parecia especialmente malvado hoje olhos de besouros negros espiavam pelas frestas do cabelo loiro escorrido nas faces saltadas do rosto anguloso, realmente um idiota mas muito muito encrenqueiro principalmente comigo, a garota com TDAH que chutou sua bunda em uma luta de espadas no 2° ano de escola, e não foi por querer eu juro.

- KATHERINE - Alexis berrou entrando com um estrondo pela porta do meu quarto, que agora por acaso jazia no chão. - Hunf... Vamos nos atrasar para a aula do Sr. Turner se apresse, Katrina já está indo para a sala, pela ala oeste dessa vez. - Eu suprimi a vontade de gritar com essa idiota, pela primeira vez hoje, e puxei a porta em uma posição levantada encaixando os pinos nos devidos lugares, peguei minha bolsa e a segui enquanto ela murmurava algo sobre "Como uma filha de militar pode ser tão pouco pontual?"

- Alexis, eu pensei que você tinha aprendido a bater na porta, sei lá, no ano passado? - Retomei minha melhor voz de tédio e fiquei esperando sua resposta, coisa que não aconteceu pois Sr. Turner estava parado exatamente na minha frente, ele segurou meu braço com uma força um tanto quanto... ok nenhum pouco natural.

- Srta. Fingers, vá para a sala, preciso ter uma palavrinha com a Srta, Jackson. - Ele bufou na voz de quadro negro arranhado, uma característica sua. Alexis me olhou temerosa, eu assenti corajosamente, ok talvez nem tão corajosamente assim mas ainda assenti.

Ele me arrastou até uma sala vaga suja e fedorenta, daquelas tipo filme de terror, e parou diretamente na minha frente me empurrando alguns metros dele.

- Você me deu trabalho, sabia disso? Sempre cercada das suas amiguinhas, parece que sabia que tinha alguém atrás de você não é Srta. Jackson. - Ele olhou maldosamente para o meio da minha testa como se quisesse dar um tiro em mim ali mesmo. - Sua mãe, ela realmente deve estar orgulhosa, aquela deusa arrogante, só porque manda em seu proprio elemento, se esqueceu de proteger a filhinha querida. - Ele olhou profundamente com amargura a esse ponto da conversa.

- O que você quer dizer? - E são nesses momentos que me sinto estupida.

- Sua mãe é uma deusa, você uma meio-sangue e blablablabla bla - Ele bufou e começou a mudar - Entendeu? - Eu não pude deixar de gemer dolorosamente ao ver no que ele se tornara um monstro feio e com dentes pontiagudos e amarelos e partiu para cima de mim, sabe-se lá como, com seu tamanho XXXXG, olhei em volta procurando onde me esconder até que me lembrei que a sala de armas era na sala ao lado... ou seria na ala sul? É bom que eu não estivesse errada. Olhei para o ciclope que ainda tinha dificuldade para passar pelas pilastras das paredes estreitas da sala corri em sua direção rezando para, sei lá, não ser decapitada, me atirei no chão, entre as pernas do monstro e corri porta a fora com os cabelos espalhados pelo rosto, feito uma doida achei a porta que precisava, pra variar, trancada, peguei o extintor mais próximo e bati com a maior força que consegui no trinco que estourou na hora, pouco antes de eu ouvir as pilastras da sala estourando e ruindo me enfiei na sala e peguei uma das lanças de bronze que eram usadas nos treinamentos a porta abriu, e pá, o lançamento perfeito e muito, mas muito pó dourado e o cheiro de enxofre parecia fritar meu nariz.

2 dias depois meu pai apareceu na escola, me contando tudo, meio inutil não? Enfim ele me pos em um onibus me deu uma faca dourada, provavelmente bronze, e me mandou para o Acampamento mais famoso do mundo não-tão-natural-assim.


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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Sab Jul 21, 2012 3:25 pm

Katherine L. Jackson; reclamada como filha de Quione.

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Dom Jul 22, 2012 3:30 pm

1-) Nome do Personagem.
Pamela e Trevor Angel [irmãos]

2-) Idade.
16 (Pamela) e 11 (Trevor)

3-) Nome do Deus que desejas ser filho
Apolo

4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus

Trevor e Pamela Angel era um casal de irmãos intrigante. Os dois são filhos de Hazel Angel, uma incrível modelo espanhola, porém, nunca conheceram seu pai. Hazel sempre dizia que ele era um cara "bacana", com uma beleza impecável e um espírito bom. Porém, teve de partir para seguir com a carreira de músico. A modelo nunca mais tivera notícias do pai das crianças, mas ela sabia a "verdadeira" história sobre quem ele era. Hazel pediu aos seus filhos que viajassem até Long Island, em New York, quando subitamente sua casa em Miami fora atacada por algo como.... cachorros gigantes, como os filhos pensaram. Mas não. Pamela, a mais velha, guiou o irmão até Long Island, mas na metade do caminho, eles tiveram um pequeno contratempo e foram atacados por mais cães gigantes. Por sorte, os jovens conseguiram se livrar usando a inteligencia: eles conseguiram entrar em uma loja de utensílios para a cozinha, cheia de talheres, e então, eles realmente "atiraram" facas e garfos de diversos tipos de metal nos cães, o que os fez se afastarem. Após isso a viagem até Long Island fora calma e lá eles encontraram um ser estranho, com pernas e chifres de bode, que parecia os estar esperando. Um sátiro. Ele os explicou que os cães gigantes eram na verdade cães infernais, filhos de Nyx e Cérbero, e que na verdade eles eram semideuses, filhos de uma mortal com um deus grego. O sátiro os levou até uma colina, e depois dessa colina os levou até um acampamento. O Acampamento Meio-Sangue, o único local seguro para os semideuses gregos, onde descobriram serem filhos de Apolo, o deus grego da música e das artes.
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Lirytt W. Ashby
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Dom Jul 22, 2012 5:26 pm

1-) Nome do Personagem.

Lirytt W. Ashby

Jullie W. Ashby
2-) Idade.


15 anos

18 anos
3-) Nome do Deus que desejas ser filho.


Afrodite
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus.


(Minha historia e da Jullie,embora eu esteja postando ela me ajudou muito na fabricação da historia)

Eu nasci e cresci em Los Angeles com meu pai e minha irmã,de minha mãe eu nunca tive noticias mas eu sabia segundo meu pai que ela era linda e extremamente encantadora,meu pai erum homem alto com uns 1,80 de altura cabelos castanhos e para ser sincera bonito, eu também tenho uma irmã mais velha que ao contrario de vários irmãos não brigava comigo nem um pouco ao contrario disso sempre nos demos muito bem.

Eu sou loira com olhos azuis,e com uns 1,65 de altura,meu pai trabalhava como arquiteto por isso nós éramos ricas eu e minha irmã estudávamos em uma escola que tinha um excelente programa de artes e outros como idiomas, e impressionantemente eu era muito boa em francês, e uma boa inclinação a moda também.

Certo dia estava na escola quando me chamam na sala do diretor,e eu começo a pensar o que eu havia feito dessa vez ;eu já havia ido para lá esta semana quando eu disse ter visto mais uma vez uma garota com mais ou menos a minha idade de vestido vermelho uma perna de burro e uma de bronze ,com olhos vermelhos demoníacos e presas afiadas ,entro na sala e o diretor aponta para a cadeira ao lado de minha irmã dizendo:

-Sente-se.

Fico me perguntando o que havia acontecido,mas me sento,olho no rosto de Jullie e me pergunto o que havia acontecido pois sua expressão era de choque,e incredulidade,volto-me para o diretor e pergunto:

-O que aconteceu?

Ele me analisa e diz:

-Apenas contei a verdade para sua irmã.

-A verdade? Sobre o que?

-Sobre sua mãe.Sobre quem sua mãe é. E para onde vou leva-las.

-O que vc quer dizer com isso?Como assim nos levar para algum lugar?

-Vocês são meios-sangues,pensei em contar agora depois de 5 anos observando-as eu tive certeza e como você tem frequentemente visto monstros com sua irmã está na hora de ir para o Acampamento.

-O que Acampamento ? Que acampamento?E o que é isso,essa coisa de ser meio-sangue?É alguma piada?

-Receio que não,eu espero que me de ouvidos depois do que aconteceu com vocês a alguns anos atrás.Ou você já se esqueceu Srta. Ashby.

Claro que eu não havia esquecido,o ataque de uma besta que pelo que eu conhecia de mitologia era uma dracaenae,e a gente havia se safado por que um maluco começou a lutar com ela.

- O que eu devo fazer?

-Ligue para seu pai e explique a historia sem contar o que você é.

-Não podemos ir lá em casa? Afinal temos de pegar nossas coisas,ai deixamos uma carta pra ele,já tenho uma desculpa ;afinal faltam apenas três dias pra férias de verão.

Olho para Jullie,será que ela havia me entendido?Será que pensara no mesmo que eu?Não,soube de imediato,apenas me deixei juntamente com ela ser conduzida pelos corredores da escola.Parece maluqice seguir se deixar levar para um lugar desconhecido por uma pessoa que você mal conhece,mas ele me conhecia e conhecia aJullie e um concezrtesa conhecia mais sobre minha mãe que eu,minha irmã ou até mesmo meu pai.

-Queria saber o porque eu acredito nele.-susurrou Jullie.

-Eu também,talvez eu esteja pirando e você acredita por querer me proteger. –susurrei em responda dando uma leve risada.

-Eu faço muito isso NE?Seria a minha cara que fossemos sequestradas e levadas para Long Island por querer estar perto de você e te proteger.

-Long Island?Como assim?Esse lugar fica fora de Los Angeles,é obvio.Tão longe assim?

-Sim,mas ele disse que lá estaríamos seguras .

Não contestei,era mal de Jullie que colocasse a minha segurança acima de tudo e mal meu que colocasse a dela acima de tudo então como eu não discutia a lógica d’aquilo fui sem me queixar.

Chegamos em casa e começamos a arrumar tudo fiz nossas mala e ela escreveu uma carta ao nosso pai,assim quem terminamos descemos e entramos no carro de novo.

De L.A. até NY foi tranquilo apesar do cansaço eu não dormi nem Jullie,já no taxi do aeroporto até o lugar onde ficava o acampamento é outra historia,eu só acordei quando estávamos em uma estrada num lugar vazio disseram ser ali a divisa do acampamento e como nos deixaram lá fomos para a entrada junto ao nosso diretor,ele que ficara tenso a viagem interira agora ficara mais aliviado;ao ver o lugar no qual me encontrava eu ouço um arfar de minha irmã e fica de boca escancarada,o diretor nos diz quem ele é “Um satiro” foi o que ele disse e tirou as calças eu fiquei meio surpresa mas Jullie ficou petrificada de susto,ele contou-nos de tudo enquanto caminhávamos e nos recuperávamos do choque ,ele disse que até sermos definidas ficaríamos no chalé de Hermes e assim fomos.

Os dias se passaram e evidentemente nos dávamos bem com os outros campistas ,assim uma semana depois nos reuníamos no refeitório e seguíamos para o anfiteatro quando cometo com Jullie:

- Quem você acha que é nossa mãe?

-Não faço a.... –sua resposta for interrompida com algo inusitado que acontecera ,ela havia sofrido uma tranformação drástica.

Ela ficara maquiada como nunca estivera em toda sua vida e pude ver em seu olhos que eu não estava diferente,nossos cabelos trançados com fios de ouro estávamos indiscutivelmente lindas sem nenhuma imperfeição ;paro e penso um pouco então quando ia dizer algo sou interrompida por Quiron ele para diante de nos duas e diz:

-Sejam bem-vindas ao chalé 10,o chalé de Afrodite.

Dou um sorriso para ela e vejo que ela pensava o mesmo que eu nossa mãe era Afrodite a deusa da beleza e do amor. Assim quando terminou a festa no anfiteatro fomos para nosso novo chalé,que é simplesmente lindo.

(Espero que esteja bom. By: Jullie e Lirytt W. Ashby)
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Dionísio
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Dom Jul 22, 2012 5:31 pm

Pamela e Trevor Angel; reclamados como filhos de Apolo.
Lirytt e Jullie W. Ashby; reclamadas como filhas de Afrodite.

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Mike Dexter



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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Ter Jul 24, 2012 9:21 pm

1-) Nome do Personagem. Mike Dexter
2-) Idade. 21
3-) Nome do Deus que desejas ser filho. Nêmesis
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus. Mike não lembra, pois quando estava no acampamento, após de uma refeição longa ele começou a irritar uma filho de ares que lhe acertou com uma cadeira na cabeça e acabou tendo uma perda de memória.
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zack w. henrys

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Ter Jul 24, 2012 9:31 pm

1-) Nome do Personagem:Zack Henrys
2-) Idade:17
3-) Nome do Deus que desejas ser filho:Apolo
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus:


Em Nova York :
-corre zack corre.
-Ele vai nos pegar anda logo.
-eu não tenho pernas de cavalo calma.

Vocês devem pensar são dois loucos ,mas espere eu vou explicar:
Tudo começou na escola quando eu e meu melhor amigo Gregory estávamos vendo a aula (dormindo) já que minhas notas já davam para passar, der repente eu e greg somos chamados na sala da diretora.
Na sala da diretora:
-estou recebendo muitas reclamações de suas travessuras (os dois começam a rir)
- e eu com um som ironico pergunto
-qual delas?
-ela diz que foi a ultima gota já tinha falado com minha mãe e que eu seria transferido para o colégio militar e eu comecei a estranhar logo daí pois minha mãe não conseguia ficar muito tempo longe de mim.
E fiz a seguinte pergunta(era o que me interessava) –o greg vai comigo?
E ela respondeu
- claro que não Gregory é um garoto exemplar se não fosse você ele já estaria na faculdade
Naquele momento veio um peso no coração e falei vou ver com minha mãe.
Chegando em casa perguntei a ela e ela me negou e foi falar com minha “diretora’’
Chegando lá a diretora pediu que eu e greg ficássemos a porta ,mas você acha que obedecemos(obviu que não)estávamos olhando a fechadura e minha antiga diretora virou uma furia e meu colega deu um enorme grito:
-Apolo nos ajude!!!!!
A diretora ouviu e minha mãe saiu correndo e greg disse para ela voltar para casa .
Depois falou para mim correr e ai continua a historia la de cima
Corremos até a um desfiladeiro e greg disse para me jogar e pensar em meu Pai,eu que confiava muito nele segurei em sua mão e la fomos nós .em meio a meus pensamentos veio Apolo é o Deus grego do sol ,afirmando ser o meu pai e falou para mim abrir os olhos,como sou jovem e meio louco eu abri e percebi que ocorreu um flash de luz muito forte parou e Apolo me disse
-filho agora Gregory o guiara me orgulhe.
E disse convicto a greg
- nós estamos seguros
Depois o Greg me levou até ao acampamento e estou vivendo a história agora...
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Sulli Hwang

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qua Jul 25, 2012 11:33 am

1-) Nome das Personagens – Nami Hwang e Sulli Hwang
2-) Idades – 17 e 16 (respectivamente)
3-) Nome do Deus que desejam ser filhas – Hermes
4-) História : Estilo narração “mental”
Memórias de uma mentirosa.
Não que eu tenha escolhido, mas, coube a mim contar essa história.
Oi, meu nome é Sul Li/Jin Ri Hwang, nasci no dia 29 de Março de 1995, em Los Angeles. Também preciso contar sobre minha irmã, Nami, fui obrigada, só pra esclarecer. Ela é mais velha do que eu, nasceu na mesma cidade, só que no ano de 1994 e no dia 3 de Janeiro. Nossa mãe Hwang Soon-Kyu, era uma atriz muito famosa, coreana. Não sei muito sobre o seu passado, mas pergunte para Nami, ela sabe de cor e salteado.
Nós tivemos um longo caminho até chegar ao acampamento, e é isso que eu vou contar agora.
Após o meu nascimento, mamãe se mudou conosco para o Kuwait, onde ficávamos em um internato (um não, vários). Nós sempre trocávamos, por mau comportamento e fugas sem permissão. Não que eu me arrependa, mas, devia ser um saco pra mamãe arrumar uma escola que nos aceitasse. Mas, se bem que com tanta fama e fortuna, não devia ser muito ruim.
Uma coisa sobre nós duas é a personalidade. Nós somos as rainhas das traquinagens, planos maléficos entre outras coisas. Quando estávamos nessas escolas, Nami e eu nos revezamos para pegar culpa. Mas, normalmente, quem pegava era Nami, pois ninguém acreditava que eu seria capaz de fazer tal coisa e não sei o que.
A verdade?
Eu sou muito mais travessa que minha irmã. Ela é ótima em executar planos, mas o planejamento fica comigo. O engraçado, é que nós somos bem o contrário do que aparentamos ser. Nami é alta, atlética, linda, todos os garotos ficam loucos por ela. Mas na verdade, ela é tímida, e não as abre com muita facilidade assim com todo mundo.
Eu sempre fui pequenininha, e aparento bem menos do que tenho de idade. Mas na verdade eu sou muito extrovertida, um pouco teimosa. Francamente, eu me considero um péssimo exemplo de ser humano. Acho que tudo o que minha mãe tinha de bom foi só pra Nami.
Não que eu sinta inveja, mas, ás vezes, parece que ela tem uma ligação diferente com as coisas, com as pessoas. Eu a admiro muito. E estou perdendo o fio da meada, sei.
Depois de dois anos no Kuwait, nos mudamos para Seul, e fomos estudar na Girl's High School Baehwa. Por um grande milagre, nós nunca conseguimos sair de lá, parece que ninguém via o que fazíamos. É, bem bizarro eu sei. No dia 5 de Novembro de 2009, nossa mãe morreu misteriosamente no set de filmagens. Por isso, tivemos que nos mudar novamente para os EUA.
Depois que chegamos à Nova York, veio a desgraceira.
Primeiro, por que eu e minha irmã fomos separadas (--‘), depois, por que ficar sozinha era um saco. Não me pergunte o que diabos aconteceu a Nami, por que ela nunca quis me contar. Então, eu vou narrar o que aconteceu comigo durante esses dois anos.
Fiquei em um orfanato de freiras. Não, não era legal e nem estimulante. Foram os piores anos da minha vida, por estar sem família, e por ter que aturar uma porção de coisas sem fazer nada.
Explicando melhor.
Fui colocada em um quarto pequenininho, mais precisamente, no sótão. Não, não era uma coisa muito tenebrosa, chegava até a ser confortável. Mas, existe uma coisa que preciso dizer. Esse lugar despertou uma coisa que não existia em mim antes. Um lado mais doce da coisa sabe?
Logo eu, que era grossa, antipática, não me dava com ninguém. Virei um amor de pessoa, acredita? É que quando você fica longe do que ama, quando você se isola do que estava acostumado, bem, as coisas se transformam. E, bem, se você quer manter a sua sanidade, precisa alisar-se a situação.
Tive uma rotina totalmente metódica e repetitiva. Realmente, não acontecia nada, para o meu alívio.
Eu estudava no colégio St. Louis, em Manhattan, era uma escola realmente tradicional, e até o fardamento refletia isso. Ainda tínhamos que usar aquelas saias rodadas, mas, é claro que eu não ia perder meu estilo por causa disso. Gravata e all star sempre! Lá nessa escola, eu aprendi a falar uma porção de línguas doidas, e tive aulas de etiqueta avançada. Bem, seja lá quem pagasse aquela escola pra mim, tinha muito dinheiro.
As coisas iam ótimas, eu tirava boas notas, e, bem, não pregava mais peças, algo me dizia que eu não devia fazer isso. Eu era uma boa menina, e tinha até amigos, sério! Só que um dia, as coisas desandaram de vez!
Acordei bem cedo, era dia de prova. Tomei banho, café, e fui pra escola. Certo, até aí tudo bem.
- Vamos lá, meninas, vocês ainda têm dez minutos.
Bem, eu havia respondido quase tudo. Era prova de latim, e a freira supervisora estava de olho duro em mim. Será que ela achava que eu ia pescar?
Baixei os olhos para a prova. Última questão.
45) Que nome era dado para os filhos frutos do relacionamento de um deus grego com um mortal?
Hã... é, eu não lembrava. Mitologia grega pra mim era uma droga.
-Irmã Darbus - eu disse, levantando-me e entregando a prova – terminei.
Ela pegou, e, estranhamente, seus olhos foram justamente na última questão, a única que eu não havia respondido.
-Hwang – ela me chamou, antes que eu saísse – por que você não respondeu esta?
Estremeci, e voltei.
-Eu não sabia a resposta, sinto muito.
Ela guardou a prova, e eu posso jurar ter ouvido-a sussurrar:
-Daqui a pouco você vai saber...
Saí apressada, até os jardins. Várias pessoas já haviam terminado a prova e ido para casa, portanto, o lugar estava vazio. Sentei-me em um dos bancos de mármore, e abri meu caderno.
Vocês podem pensar. É só um caderno! , mas, pra mim, não era, lá, tinha a foto de Nami, mamãe e eu. Meu único elo com elas.
Engraçado falar sobre essa foto, nela, era o aniversário de Nami ela assoprava as velas, eu estava ao lado, fazendo careta para a câmera. Mamãe segurava um balão colorido, e parecia gargalhar. Eu amava aquela foto, por ela ser meio... mágica. Se eu olhasse atentamente para minha mãe, jurava que podia ver aqueles olhos piscando, como se ela estivesse me vendo. Éramos muito, muito pequenas naquela foto, então, eu não me lembro de muita coisa. Mas, algo começou a perfurar minha mente. Uma ideia.
Quem havia tirado aquela foto?
Quer dizer, por mais que eu lembrasse pouca coisa, uma quarta pessoa na nossa casa aquele dia, era estranho.
Continuei olhando, até que uma voz me tirou do transe.
-Quem te viu quem te vê hein, maknae?
Eu levantei a cabeça em uma velocidade supersônica, a última vez em que eu ouvi aquela voz foi... bem, há dois anos atrás.
-NAMI!
Larguei tudo no chão, e abracei minha irmã. Puxa, como ela estava mudada!
-Eu estava com saudades, little bird – ela disse, fazendo carinho na minha franja – você cresceu!
Eu me afastei para poder olhá-la melhor. Nami estava dois palmos mais alta do que eu, com os cabelos enormes, vestia uma roupa linda, e estava com uma mochila nas costas.
-O que você tá fazendo aqui? Como saiu do orfanato?
Seu olhar ficou sombrio.
-Isso é um assunto pra mais tarde, agora, você quer sair daqui?
Pisquei.
-O-o quê, isso é sério?
Ela sorriu.
-Sim, sair daqui, esquecer-se de tudo...
-Mas... eu não posso largar a escola, as coisas!
Ela pareceu desapontada.
-O que aconteceu com você?
Mordi o lábio inferior.
-E-eu mudei... mas, se for pra ficar outra vez com você, eu corro o risco!
Então, ela fez algo realmente apressado. Puxou minha mão, e juntas corremos.
-O que aconteceu?
-Não dá pra explicar agora. Ela está atrás de mim!
Ao chegar à porta de escola, uma mochila azul estava escondida em um canto. Ela pegou e jogou pra mim.
-Aí tem tudo o que for necessário.
-Você... você quer me dizer o que está acontecendo?
Antes que ela abrisse a boca, um rugido nos alertou. Ao olhar pra trás, vi uma coisa... hã, um leão, com cabeça de mulher, mas, não qualquer mulher, era a... Irmã Darbus?
-Corremos?
-Corremos em direção a aquele carro ali!
Nami apontou para um esportivo lindíssimo azul... Não, eu sabia que aquela tinha sido mais uma de suas armações. Ou minha irmã arranjou um trabalho multimilionário, vai saber.
-Vamos pelamor! – eu berrava, enquanto o monstro seguia atrás.
Eu não sabia pra onde ela ia, mas, parecia ter um destino certo. Depois de atravessar a ponte Williamsburg, paramos entre alguns prédios geminados. E um rapaz entrou. Sim, do nada, um cara entrou no nosso carro. E, aliás, ele mancava.
-Acelera, Nami – ele disse – ela não demora muito a nos alcançar.

Continuamos seguindo a toda velocidade, mas, sem rastro de monstro. Eu estava tão aturdida que nem conseguia falar.
-Chegou a hora de você saber tudo, Sul... – O cara que entrou disse.
Mas antes que eles começassem a contar, tivemos de pegar outra estrada, a esfinge pulou na frente do carro.
-O acampamento não está longe – Nami falava enquanto nos desviava-mos.
-Certo Nam – o cara falou – você sabe pra onde virar?
Ela apertava tanto o volante, que seus dedos estavam mais brancos do que o normal. Ela parecia uma boneca de gesso.
-Sei... está tudo sobre controle...
-Você não parece alguém que está sob controle – protestei – parece alguém que quer nos matar!
-Ah, cala a boca – ela me cortou.
Cruzei os braços, enfurecida. Se existe uma coisa que odeio é quando alguém manda eu me calar, mas, se tem alguma coisa boa que eu aprendi no orfanato, em que em algumas situações, obedecer pode salvar a sua vida. E, bem, se aquela situação não era uma dessas, então eu não sei o que é correr riscos.
Daqui a duzentos quilômetros nós...
-PULEM! – A voz do garoto ordenou.
Não sei o que aconteceu, só sei que minha mão se agarrou a mochila, e alguém me puxou com muita força. Saímos do carro, e um barulho ensurdecedor veio em seguida. Começamos a subir um morro, eu me agarrava as árvores pra tentar não cair, não sabia o que tinha acontecido ao carro. Meu uniforme estava um trapo, e as pontas do meu cabelo fumegavam. Mas eu estava bem, e estranhamente, ainda mantinha a mochila intacta.
-Vamos, Sul, corre! – alguém na minha frente dizia.
Mas eram tantas árvores, que estava ficando cada vez mais difícil alcançar os outros. Então ouvi um rugido atrás de mim.
-SOCORRO! –Foi a única coisa que consegui dizer antes que as patas do monstro me pegassem.
Bem, eu não sei como um leão conseguia ficar de pé, mas ele estava. Um braço me agarrava pelo tronco, e o outro estava tapando minha boca. Continuávamos andando, só que em marcha reduzida, subindo, subindo, até chegar a uma clareira.
-Se derem um passo, ela morre – A Irmã Darbus disse.
Nami e o rapaz viraram-se, eles estavam correndo. Ao ver o monstro, ela bateu no braço, e, o que era aquilo? Uma espada?
-Solta a minha irmã, esfinge.
-Não antes dela responder.
Eu queria perguntar responder o que? mas não podia. Ah, e, aliás, o cara que entrou no nosso carro estava sem calças, e, bem, metade dele era de jumento.
Vamos lá, Hwang – a esfinge soltou minha boca – responda.
-Hã... o que?
Que nome era dado para os filhos frutos do relacionamento de um deus grego com um mortal?
-Peraí, quer dizer que tudo isso foi pra eu responder essa questão?
Nami deu uma porrada na testa como se dissesse. “Como é que eu fui ter uma irmã tão burra?”
-Não responda, Sul.
-Não responda – o meio jumento repetiu.
-Eu não sei a resposta.
-Não minta pra mim – a esfinge bufou.
-Mas eu não sei!
- Hwang Jin Ri, responda a pergunta!
Eu já disse que odeio quando falam meu nome coreano?
-Já –disse – que – não – sei – repeti.
A esfinge urrou e me soltou. Quando eu pensei que ia virar churrasquinho de freira, uma coisa dourada veio voando.
-Pega Sul!
Dei um pulo e peguei a espada, a esfinge veio em minha direção. Meus joelhos viraram água, e fiz a única coisa que me ocorreu. Desferi-lhe um golpe na barriga, cravando a lâmina lá. Por dois segundos, a expressão de vitória do monstro se transformou em surpresa.
-Resposta...errada.
Então, a Irmã se transformou em pó, e sumiu.
Eu estava com fome, com medo, e meu corpo inteiro estava cheio de cortes. Virei-me para trás, e vi Nami e o meio jumento me olhando como se eu tivesse acabado de dizer que era a nega do sovaco cabeludo.
-Sulli...
Larguei a espada no chão, e ela virou uma pulseira de ouro.
-Eu juro que não sei como isso aconteceu – tentei me defender.
Mas então, Nami e o meio jumento fizeram algo que me impressionou. Eles correram, e me abraçaram.
-N-nunca mais... – Nami dizia, entre lágrimas – nunca mais fuja de mim, mocinha!
Pode deixar... seja lá o que eu fiz.
Então, após mais alguns abraços esmagadores, e lágrimas de saudade, peguei minha mochila e andamos até chegar a um portal. Tinha um pinheiro, e um dragão enorme, mas, aquilo não me surpreendeu. Atravessamos todas aquelas construções antigas, até chegar a um casarão.
-Vamos lá, Quíron deve estar esperando – o meio jumento falou.
Então, ficamos apenas eu e minha irmã nas escadas. Sentei-me, cansada.
-Espere aí - eu disse – então é isso?
-Isso... o que?
-A última questão da minha prova, você sabe a resposta?
Nami sorriu, e disse:
-Você sabe a resposta.
Matutei novamente.” Que nome era dado para os filhos frutos do relacionamento de um deus grego com um mortal?”
-Semideus – sussurrei – é isso?
Os olhos de minha irmã encheram-se de compreensão.
-É, e sua vida acaba de piorar.
Nos levantamos, rindo, e fomos falar com Quíron.

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qua Jul 25, 2012 11:38 am

Mike Dexter e Zack W. Henrys, vocês foram reprovados.
Mike, você não especificou absolutamente nada.
Zack, seja mais claro, por favor.
Refaçam seus textos, e me mandem por Mp, ou, a Dionísio.
Atenciosamente, Nyx.
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qua Jul 25, 2012 11:51 am

Sulli e Nami Hwang; reclamadas como filhas de Hermes.

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 12:38 pm

01-nome do personagem-zack W. Henrys
02-idade-17
03-nome do deus que deseja ser filho-Apollo
04-história-
Agora vou contar uma história que me atormenta e me alegra cada vez que a conto :
Ainda bem jovem quando veio o primeiro sintoma eu me tornava mas alegre , mais forte e saudável no calor eu não suportava ver o sol se por queria que ele sempre estivesse comigo e de certa forma estava,meu ai nunca havia me deixado na mão quando estava triste aparecia um lindo e gigante sol para me acordar e de alguma forma eu sentia que falava com o sol, sentia que existia alguem que me escutava quando falava com ele minha mãe sempre soube que eu era meio louco pelo sol mas ela nunca me levava no médico pois ela sabia que o sol era especial para mim,e sempre que eu a perguntava sobre meu pai e perguntava onde ele estava ela dizia que sempre esteve perto de mim , quando maior usava meus exímios dons que avia aprendido sozinho e fazia lindos desenhos ,musicas e poesias para meu pai para ver se um dia poderia cantar para ele e quando as mostrava para o sol e perguntava se ele havia gostado ele sempre dizia que sim mesmo sem saber o que ele queria dizer nunca disse não de forma alguma , sentia ele pedindo continue e perguntava se eu conheceria meu pai e ela me respon dia a mesma coisa:
-você tem certeza que ainda não o conheceu?
E isso me deixava cada vez mas confuso sobre o assunto e voltava a falar com meu grande amigo sol o que nunca me deixou na mão e eu sentia algo especial pelo sol pois quando ele ia embora era uma grande tristeza e ele sabia disso mas perseguindo como soube que era um meio –sangue então :
Eu estava na aula de artes (minha preferida ) quando der repente meu professor me chamou para conversarmos a sós eu como obrigação do aluno fui ver do que se tratava e logo que cheguei perguntei:
- professor do que se trata?
E ele disse:
-quero que seja sincero comigo !?
E eu:
- alguma vez não fui?
E ele:
-é serio , quero que me fale tudo sobre seu pai
Naquele momento uma lagrima rolou no meu olho e respondi a ele :
-você sabe que meu pai fugiu antes de eu nascer.
Ele disse :
-quero saber mais sobre ele
E eu o respondi que não sabia de muita coisa só de que era meu pai e minha mãe dissera que era muito especial.
Quando ia descendo a escada da escola meu professor virou uma fúria e nesse momento sai correndo para fora da escola e em meio a correria me perdi dentro de uma floresta perto de uma estrada e foi ai que eu encontrei uma bussola dourada forjada em alto relevo com o desenho do sol com um bilhete dizendo ‘’ para o sul filho’’
Fui indo em direção ao sul quando me deparei com um acampamento com algo escrito em grego de cara não entendi mas depois ficou muito claro esta escrito acampamento meio-sangue dizendo um sátiro dizendo :
-bem vindo ao acampamento filho de a Apollo
E depois me mostrou o acampamento e agora continua.......
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Charlie J. Politch

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 2:43 pm

1-) Nome da Personagem – Charlie J. Polich
2-) Idade –19 anos
3-) Nome do Deus que deseja ser filha – Perséfone
4-) História - Estilo narração “mental”

"Tudo aconteceu de forma rápida, mais precisamente, no dia em que minha avó Úrsula morreu. Eu estava em casa, sentada em sua poltrona favorita, pela janela, uma Paris alegre e saltitante se estendia. O céu estava cinza, e nevava também. Mas o clima era de harmonia, afinal, era manhã de Natal. Eu ainda me lembrava, de meus parentes, todos falsos, desejando votos insólitos, todos de olho na herança de minha família.
Vou explicar, a família Politch é muito famosa no ramo de floricultura. Começou com uma simples loja artesanal, e tempos depois, era um império. Minha avó era a dona desse tesouro, e todos estavam de olho no testamento. Todos, menos eu.
As pessoas não entendiam a minha dor? Não conseguiam ver, que uma das pessoas mais importantes da minha vida se fora? Que me importava o dinheiro? Que me importava o poder? Nada. Nada, se minha querida companheira não estivesse ali.
Eu estava vestida como fora para o funeral. Vestido preto, maquiagem pesada. Não queria saber de nada, de ninguém.
Eu chegara a casa sem pressa, retirei os sapatos, e fui à cozinha. Preparei um rápido chocolate quente, até minha alma parecia estar pedindo por aquilo. Soltei os cabelos, peguei o xale de minha avó, a xícara fumegante, e sentei.
Era impossível olhar para as coisas, e não me lembrar dela. O quadro na parede, de meu bisavô, me lembrava de quando eu sem querer, jogara um ovo. A mancha amarela ainda estava lá, como se fossem cabelos angelicais. Minha Tia Trude ficara furiosa, mas, Úrsula apenas rira.
A janela embaçada me lembrava das guerras de bolas de neve, que sempre fazíamos nessa data. O xale me lembrava das noites tempestuosas, me lembrava dos momentos em que ela lia para mim, eu, uma garotinha curiosa, ela, uma mulher madura, já feita e refeita, mas com alma jovial.
Napoleão, meu gato, estava aos pés da poltrona, se esquentando na lareira. Ele acariciava meus pés, como se entendesse o que eu passava. Seus grandes olhos dourados me encaravam de maneira crítica, eu, apenas esbocei um sorriso, e o peguei.
Não sei ao certo quanto tempo passou, mas, adormeci. Quando tornei a abrir os olhos, meu gato ainda se encontrava aninhado meu peito, ronronando, e batidas na porta me assustaram repentinamente.
-Senhorita Charlotte? Senhorita?
Levantei-me rapidamente, e abri a porta. Um homem que logo reconheci como advogado de minha avó estava despenteado, assustado.
-Stewart – falei calmamente – o que aconteceu?
-O testamento – ele quase não conseguia falar -sua avó...
-O que tem minha avó?
-Ela... ela deixou tudo!
-Do que você está falando?
-Do testamento! Acabei de fazer a leitura!
-O que o testamento tem a ver comigo?
-Emily, sua avó, lhe deixou... tudo.
-Tudo?
-Sim! A casa, todas as propriedades, e isso também inclui as lojas!
Espantei-me totalmente. Como assim, tudo aquilo era meu?
-Você tem certeza?
-Tenho! Tenho toda certeza!
-O que exatamente estava escrito?

Ele retirou um pergaminho do bolso, e leu, tropeçando nas palavras:
“Aqui estão registradas, todas as minhas vontades, que é apenas uma. Deixo todos os meus bens para minha neta,Charlotte James Politch”
Arregalei os olhos. Aquilo era um sonho? Como? Por quê?
-E ela pediu que eu lhe entregasse isso... – ele disse, me dando um pedaço de papel.
Com espanto, vi que era a letra floreada de minha avó. O papel era antigo, como se ela soubesse que um dia eu ia precisar.
Após agradecer a Stewart, entrei, e rapidamente me tranquei no quarto.
“Cara netinha, se você está lendo isso, é por que eu faleci não se preocupe, eu estou muito bem aqui. Agora, quem vai precisar de proteção é você. Tem duas escolhas: Ou herda o império, ou faz o que tem no segundo bilhete. Se optar pela segunda opção, quero que você vá para este endereço, e não ignore, isso é necessário. ”
Logo embaixo, estava escrito, em outra caligrafia, que pareceu ser do meu pai:
“Quíron
Instrutor
Colina Meio-Sangue
Long Island, Nova York
(800) 09-009”

Quando acabei, reli mais algumas vezes, para compreender a mensagem. Apenas levantei os olhos, e disse para Napoleão:
- Rapazinho, parece que nós vamos fazer uma longa viagem.
...
Na mesma tarde, eu já me encontrava na aeronave. Quando expliquei a situação para Stewart, ele compreendeu imediatamente, e providenciou minha passagem. Eu deixara as coisas sob o comando dele, que era de absoluta confiança. Não saberia o que ia acontecer depois, mas, se aquilo era por minha avó, eu ia fazer.
Após muito tempo, finalmente desembarquei. Mostrei os documentos, e peguei minhas malas. O que viria agora? Dirigi-me ao saguão principal, iria pegar um táxi, e tentar aquele endereço.
Quando algo estranho aconteceu.
Um homem, em cadeira de rodas, estava na porta, segurando uma placa com meu nome.
-Senhorita Charlie? – ele perguntou
-Sim – consegui dizer – você estava me esperando?
-Seguramente que sim – ele sorriu - meus pêsames por sua avó, querida.
Eu estava prestes a perguntar, mas, desisti. Entrei no carro, e fomos.
Eu observava cada pedaço daquele lugar, era tudo tão... diferente.
Após algumas horas, chegamos a um trecho cheio de morros, onde o carro parou, e nós descemos.
-Senhor – indaguei – aqui não tem nada...
-Siga-me,Charlie.
Ele começou a subir. Puxei minhas malas e o segui.
Ao chegar ao topo, levei um susto. O lugar era simplesmente o mais lindo que eu já vira na vida. Construções em estilo grego espalhavam-se por uma vasta campina. Rios, lagos, mares, florestas densas. Como era madrugada, não havia ninguém por lá, mas, tochas iluminavam o caminho.
Andamos em silêncio, até parar em uma grande casa. Era absolutamente imponente.
-Você ficará aqui por hoje, tudo bem? - ele disse, virando-se.
-Certo. Senhor, por que minha avó me mandou aqui? O que é colina meio-sangue?
Ele sorriu, e apontou para um corredor.
-Ela vai lhe explicar melhor.
Sem entender, fui andando, até que vi uma mulher, uma forma diferente, encostada na varanda, observando a campina.
Ela virou-se, e sorriu.
-Bem-Vinda, minha filha.
Depois disso, simplesmente apaguei.
Acordei no dia seguinte, olhando para um teto de madeira. Levantei-me, e vi que estava usando pijamas. Troquei-me rapidamente, e saí. A luz encantadora do sol tornava aquele lugar ainda mais incrível.
-Charlie, até que enfim!
O homem da noite passada estava sentado, jogando cartas.
-Vejo que já podemos colocá-la no Chalé 11.
-Chalé 11?
-Sim, o lugar onde os indefinidos ficam.
-Indefinidos?

Ele sorriu, interrompeu o jogo, e veio em minha direção.
-Existem coisas que você deve saber.
E assim, fiquei sabendo de meus laços divinos. Não sei dizer como recebi aquilo, era informação demais para processar. Passei o resto do dia, na companhia de Quíron, e pela noite, todos nós fomos para o refeitório. No caminho, me juntei aos campistas do chalé 11, ainda sem entender aquilo perfeitamente.
-Ei, psiu – uma voz me chamou de algum lugar.
Não sei o que me deu, simplesmente segui.
Quando me dei conta, estava em uma parte bem sinistra da floresta. Vários homens me cercavam, sorrindo de maneira má.
-Olha o que temos aqui. Uma garotinha nova.
-Pois é – outra voz vociferou – mais uma pra lanchar.
-Não a assuste, Jared, nós seremos bonzinhos...
-Me deixem em paz – sussurrei audivelmente
-Não agora
-Não enquanto não terminarmos nosso teste...
-Me deixem em paz, eu já disse!

Todos eles sorriram, e pude sentir uma escuridão pairando sobre mim. Algo poderoso, algo maléfico...
Mas, de repente, não mais que de repente, senti minha pele formigar. Trepadeiras começaram a brotar, se enroscar nos homens, e envolvê-los, até que não restasse mais nada além de casulos, pouco depois, eles foram se desfazendo. Caí no chão, tonta. Ao me levantar, arquejando, virei-me em direção ao refeitório, e vi vários rostos. Todos voltados para mim. A princípio, não sabia o que era, quando olhei para cima , e vi uma força holográfica se desfazendo.
-Grandes feitos estão reservados para ti, menina – uma caçadora falou.
-O quê? Como?
-Vós sois poderosa, uma semideusa diferente, sem dúvida, sua mãe fez um belo trabalho.
-Mãe? Minha mãe?
-Perséfone. Rainha do mundo inferior e deusa da primavera.
"

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Matthew Wolf

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 3:10 pm

font=Comic Sans Ms][/font] 1-) Nome do Personagem: Matthew L. Wolf
2-) Idade: 15 anos
3-) Nome do Deus que desejas ser filho: Nyx
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus:

A minha vida sempre foi muito complicada. Quando eu ainda morava em casa, meu pai dizia que eu era o único garoto que teve sorte de não ter uma mãe presente, mas sempre tive dúvidas disso. Meu pai não tocava no assunto, sempre se emocionava(até chorava rios de lágrimas). Ele, de vez em quando, saía à noite para olhar a Lua Cheia. Um dia desses eu flagrei ele olhando para a Lua(só faltava uivar), eu perguntei pra ele sobre essa mania estranha que ele tinha. "Matt, está vendo como a Lua brilha? Ela me lembra a sua mãe, me trazia calma em noites de angústia e era solene como o silêncio da escuridão", dizia ele.

Na escola eu era um dos alunos mais prolemáticos, em termos de vida social, mas era regular em termos de estudo. Na maioria das vezes eu não cconseguia ler nenhum tipo de texto e passava vergonha por causa disso... Já havia mudado de escola umas 4 vezes, mas nenhuma resolveu meu problema. Onde eu chegava eu era mal visto por não ter uma mãe presente e de ser mais "na minha". Nunca me dei bem com gente mesmo, pra quê me importar com isso?

Mesmo com tantos problemas em minha vida, meu pai sempre me amou muito. Ele vinha com um papo estranho de não querer me perder, pois eu era a única lembrança "dela", pelo fato de ter puxado mais para minha mãe. Mesmo minha mãe estando ausente, desde os meus dois anos de idade, eu não eho mágoas guardadas. De vez em quando ouço vozes em minha mente, na maioria das vezes à noite enquanto durmo, sempre me dando conselhos e palavras de consolo. Meu pai dizia que era "ela", em seu mais bondoso estado de espírito.



[center]-----------------------------------------------------------------------------

[justify]Eu descobri estranhas habilidades depois que fui à um zoológico, fui para um estudo de biologia com minhaa turma, não foi um dos melhores dias da minha vida, mas vale a pena contar. Estava já escurecendo, animais estávam inquietos, famintos! Estávamos na parte onde havia uma Pantera, negra, que me olhava como se fosse algo para mim. Como o zoológico não tinha uma estrutura boa, a pantera conseguiu escapar, e foi atrás de um colega meu. Eu corri rapidamente para ver, a pantera rosnava em um som estridente e já avançava em meu colega. Foi quando eu olhei para ela e comecei a ouvir vozes em minha mente, como se aquele animal falasse comigo. -- O que está olhando?
-- Não mate meu colega, por favor!
-- Eu estou faminto! Não pode me impedir...
-- Volte agora para sua jaula e fique lá!

A pantera, por alguns minutos, me olhou da cabeça aos pés. Depois colocou a cauda entre as pernas e decidiu seguir minha ordem. Todos os meu colegas me olhavam com espanto. Meu melhor amigo, Shane, foi ver se havia algo de errado comigo, ele sempre se preocupa com minha segurança. Em nossa turma nós somos conhecidos por "estranhos", isso só porque o Shane usava muletas, mas isso nunca me impediu de ser amigo dele. Além disso, ele era a única pessoa que realmente valia a pena ser amigo: não era interesseiro, ou mesquinho, ou mesmo falso.

Naquele mesmo dia eu fazia aniversário, mas ninguém se importava, só meu pai. Ele já havia planejado todo meu aniversário e 15 anos(sem que eu soubesse), não era mistério isso para mim já que ele é totalmente previsível. Ele convidou parte da família e mais meu melhor amigo Shane para um almoço em comemoração aos meu 15 anos. Quando chegou na parte de abrir os presentes, o que mais chamou minha atenção foi uma caixa preta, com uma laço violeta e uma espécie de lua presa neste laço. -- Espero que goste, meu filho. -- a voz dizia. Eu deixei para abrir por último, sozinho em meu quarto. Quando todos foram embora, eu me tranquei no quarto e sentei na cama, puxando freneticamente os laços. Finalmente, quando consegui abrir, eu vi um grande pano... Uma espécie de capa preta de seda. Eu vesti para ver como ficava em mim. Fui em frente ao espelho e percebi que eu não estava vendo meu reflexo. Quando tirei a capa eu já conseguia ver, depois que tudo fez sentido: ela me deixava invisível(mas como isso é possível?).

[center]-----------------------------------------------------------------------------

[justify]Eu não contei para ninguém aquilo, mas sempre levava a capa comigo por precaução. Foi quando esse infeliz dia chegou. Havia uma zeladora muito estranha desde que eu tinha entrado naquela escola. Quando eu estava perto ela agia diferente, mas nunca falou comigo. Eu estava me sentindo muito mal esse dia, como se eu soubesse que algo de ruim fosse acontecer. Na hora da saída eu fiquei depois da aula, meu pai havia se atrasado(coisa que nunca aconteceu). Mas felizmente Shane estava lá, comigo, sempre me dando apoio e suporte nas horas vagas. A tal zeladora olhou para a gente e entrou em uma sala, o estranho era que essa sala sempre estava trancada, esse dia ela estava aberta. Depois de alguns minutos eu ouvi barulhos e depois um grito. Esses barulhos me direcionavam para a tal porta. Movido pela curiosidade, eu corri para ver o que estava acontecendo. Shane havia ido comprar um lanche na rua para enganar a fome.

Quando eu abri a porta da sala, eu tombei em uma estátua cheia de teias de aranha e uma espécie de gosma verde. O engraçado é que a estátua me lembrava o antigo diretor do colégio que havia desaparecido algum tempo atrás. -- Está com medo, semi-deushhhh. -- falou alguém com um chiado de cobra.
-- Quem? Semi-deus? Quem está aí?
-- Você está vendo essa estátua? É isso que vai acontecer com você...

[justify] Da escuridão daquela sala, apareceu uma mulher com uma cauda e cabelos de serpente. Ela rastejou até mim e deu uma investida em meu peito. Eu fui jogado contra os armários do corredor.
-- Meu Deus! Eu abri algum tipo de câmara secreta? Você é um basilisco ou basilisca?!
-- Não idiota! Sssssou uma górgona, nunca ouviu falar?
-- Não!
-- Então morra!
-- Matt! -- gritou Shane, correndo em minha direção, sem as muletas.
-- Shane! Shane? Que diabos de pernas são essas?
-- Depois eu explico tudo. Não olhe para os olhos dela!

[justify] Definitivamente, aquele era o dia mais estranho da minha vida. Parecia até que eu estava em Hogwarts, vivendo um dia de Harry Potter(me arrependo profundamente de ter feito comparações com Harry Potter). A cobra já rastejava em direção a mim novamente, mas meu "amigo-cabra" chegou antes e deu com seus cascos na cabeça da medusa. A mesma gritou de dor. Era meio difícil lutar com aquela criatura, já que não podíamos olhar diretamente para ela. Foi aí que eu tive a idéia: usar a capa que ganhei para que ela não pudesse me ver. Me arrastei até minha mochila jogada no chão. Abri, peguei a capa e vesti, desaparecendo por completo.
-- Cadê você, filho de Nyxshhhhh?

Eu procurava algo cortante ou perfurante, qualquer coisa para jogar na cabeça da maldita cobra. Como não havia nada ali, eu peguei o extintor de incêndio e o escondi embaixo da capa.
-- Estou aqui, cobrona! -- gritei batendo com o extintor na cabeça dela.

[justify] Ela, já desorientada caiu no chão, contorcendo-se de dor. Eu, sem pensar duas vezes, pisei nele e torci o seu pescoço até que quebrasse.

-- Fim de jogo, lagartixa! -- eu disse.
-- Fim de jogo, lagartixa?! Isso foi uma frase de efeito? -- Shane perguntou.
-- Era para ser, hahaha!

[justify] Shane me esclareceu tudo mais tarde. Ele me contou que ele era um Sátiro, me explicou o que era uma Górgona e porque ela havia me atacado. Ele me disse que existiam outros iguais a mim em Long Island, em um acampamento chamado "Acampamento Meio-Sangue. Ele também me perguntou como a tal zeladora sabia quem era minha mãe, mas eu não soube responder. Mesmo tendo 15 anos de idade, eu fui acompanhado por Shane até Long Island. Eu havia dito para meu pai que iria estudar fora em um programa do colégio, ele, como sempre, não concordou com a idéia de primeira, mas depois ele viu que era melhor para meu futuro. Foi assim que minha aventura começou...
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 3:22 pm

Matthew Wolf reclamado como filho de Nyx.
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Lucy Hawk

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 5:00 pm

1-) Nome do Personagem: Lucy Hawk

2-) Idade: 15

3-) Nome do Deus que desejas ser filho:
Nyx

4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus:

Sempre é complicado para mim, contar essas coisas, até porque a história me tortura todas as vezes que passa pela minha mente.
Nunca fui abandonada, ou torturada, odiada, não amada, ou qualquer coisa do tipo, aquelas coisas que sempre acontessem com semideuses. Minha vida era ótima, meu pai, Aleph Hawk, era o típico "pai coruja", nunca havia me deixado de lado, me trocado, ou coisa do tipo, tinhamos um ótimo relacionamento, pra falar a verdade, o unico relacionamento que eu tinha.
Ele era um artista plastico desconhecido, mas suas obras eram de tamanha perfeição e um tanto quanto muito originais. Peguei gosto pela arte com meu pai, vivia o ajudando com quadros e as vezes até tentava a sorte criando alguns, nunca iam muito longe, não chegavam aos pés daquelas obras místicas do meu pai. Ele sempre pintava coisas negras, escuras e o anoitecer era sua paisagem favorita, ele alegava dizendo que lembravam minha mãe e era algo que sempre o deixava mais vivo, mais feliz e com esperanças, o que por fim, acabava me alegrando. Aonde moravamos era isolado, o que se poderia realmente se chamar de interior, um vilarejo desconhecido em meio ao Texas. Havia apenas umas 20 casinhas de pequenas familias, e a minha era uma dessas.
Ir para escola era complicado, mas nada me impedia de ser expulsa várias e várias vezes delas. Sempre diziam que eu vivia no "Mundo da Lua", e era a mestre em confusões. Tinha amigos, mas a maioria das pessoas me odiavam e queriam ver-me morta, enterrada e inexistente. Nem ligava pra isso, eram apenas mais alguns.
Bem, vamos direto ao ponto, se eu continuar com isso, irei apenas prolonga-la mais e mais. E sim, prolongar para mim seria enrola-los não querendo chegar ao ponto certo. Ao momento em que tudo vira de cabeça pra baixo em apenas segundos.
Era domingo à noite, 6 de maio desse mesmo ano, aniversário de 40 anos do meu pai, decidimos não sair, ficar ali mesmo em nosso quintal, observando a noite, nos divertindo com pinturas, esculturas, músicas e nossas conversas idiotas de sempre. Seria apenas um bolinho, para mim e para ele mesmo, só isso e um pouco de refrigerante, a melhor escolha, a mesma de todos os anos, de todos os nossos aniversários, desde que me lembro estar viva, mas aquela vez não foi de tanta felicidade assim.
Meu pai fazia mais um de seus quadros em meio a escuridão da noite, decidimos não esperar muito la fora, logo começaria a chover, molhar um quadro não o deixa tão belo. Entramos e nos divertimos cantando Oasis loucamente por um tempo, nossa banda favorita para todo o sempre. Fiquei com a parte chata, "Va fazer o jantar", ele dizia isso todas as noites, às sete e meia, era marcado, em ponto e totalmente certinho. Devia ser algum tipo de TOC do meu pai e o incrivel é que essas coisas pegam. O jantar daquele dia não passaria de um bom e velho ovo frito, era o que restava na geladeira, era o que eu estava com vontade de fazer.
Foi horrivel como tudo aconteceu, lembro-me do meu pai me chamando para ver a pintura que ele estava fazendo, deixei o fogo aceso. Me lembro de relances, a cortina em chamas e me pai intertido me explicando toda a obra; "A escuridão é toda a falta que ela me faz, a Lua e as estrelas, todo o brilho que ela refletia com os cabelos negros a noite... Ah, os passaros aqui no canto, consegue ver Lu? Você me lembra tanto ela... Bem, voltando aqui, eles são as...". E até hoje ainda me pergunto o que os lindos passaros eram, as ultimas palavras de meu pai rondam minha mente toda noite antes de cair no sono.
Quando vi toda a cozinha em chamas, a primeira açaõ forá puxar meu pai, não sei ao certo, ele não percebeu eu acho, se grudou aquele quadro e não me ouviu aos berros, chamando-o para fora de casa, eu não sabia o que fazer, vi a casa se destruindo, com um tempo os gritos de meu pai que não tinha nem chances de sair mais daquela casa, eu gritava do quintal, chamando pelo meu pai, ninguém ouvia, a minha falta de coragem não me deixou voltar a casa, o medo de morrer era grande, mas do que perder meu pai, e é disso que me culpo todos os dias, isso que me faz chorar todas as noites, me faz ser fria e ignorante a maioria das vezes, foi isso que me tornou o que sou hoje, toda essa culpa, esse castigo que eu mesma me dou.
Ah, como falava... Ja me desviei novamente. Eu me percebi aos prantos, só queria entrar naquela casa e tirar meu pai de la. Ouvi passos, quase trotes na verdade, olhei para tras e percebi um menino meio bode a me encontrar, ele berrava "É a hora, Lucy! Venha!". Foi engraçado, ilário, se não tivesse em tal estado cairia na gargalhada, mas seria ridiculo fazer isso ali. E com que diabos ele sabia meu nome? Bem, devia ser mesmo a hora pra sei la o que.
Senti-me sendo puxada pra trás e carregada até um velho Chevrolet e jogada no banco de trás.
- Ei! Não se faz isso, sabia? É... sequestro! - Eu gritava com o menino bode enquando sentava-me ao banco de trás.
- Sequestro? Eu diria, ahn... recrutamento! Recrutamento meio-sangue. - ele disse se firando para trás e sorrindo, deve ter percebido minha cara de desentendida quando continuou - Ja é a hora, Lucy. Demorou, mas enfim chegou.
Olhei para trás, me perguntava mentalmente "Hora para o que? Do que diabos esse ser falava?". Eu via minha casa pegando fogo, tudo em mim ardia como as chamas na minha casa, eu sentiria falta daquilo tudo, seja pra onde eu for, aonde eu estiver, sentiria falta do meu pai abobalhado, das conversas idiotas e das horas e horas olhando o anoitecer da varanda da velha casa azul.
Percebi as lagrimas caindo enquanto nos afastavamos de toda minha antiga vida, naquele momento eu não tive muitas forças para continuar observando-a, apenas cai no sono e esperei o que tinha que acontecer.
Acordei a beira da Colina, o menino bode subiu até o topo aonde havia um grande e belo portal escrito "Camp Half-Blood", logo que li, percebi que seria ali aonde passaria o resto de minha vida. Enfim tudo seria explicado.
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zack w. henrys

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 5:03 pm

1-) Nome do Personagem:Zack Henrys
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3-) Nome do Deus que desejas ser filho:Apolo
4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus:

Agora vou contar uma história que me atormenta e me alegra cada vez que a conto :
Ainda bem jovem quando veio o primeiro sintoma eu me tornava mas alegre , mais forte e saudável no calor eu não suportava ver o sol se por queria que ele sempre estivesse comigo e de certa forma estava,meu ai nunca havia me deixado na mão quando estava triste aparecia um lindo e gigante sol para me acordar e de alguma forma eu sentia que falava com o sol, sentia que existia alguem que me escutava quando falava com ele minha mãe sempre soube que eu era meio louco pelo sol mas ela nunca me levava no médico pois ela sabia que o sol era especial para mim,e sempre que eu a perguntava sobre meu pai e perguntava onde ele estava ela dizia que sempre esteve perto de mim , quando maior usava meus exímios dons que avia aprendido sozinho e fazia lindos desenhos ,musicas e poesias para meu pai para ver se um dia poderia cantar para ele e quando as mostrava para o sol e perguntava se ele havia gostado ele sempre dizia que sim mesmo sem saber o que ele queria dizer nunca disse não de forma alguma , sentia ele pedindo continue e perguntava se eu conheceria meu pai e ela me respon dia a mesma coisa:
-você tem certeza que ainda não o conheceu?
E isso me deixava cada vez mas confuso sobre o assunto e voltava a falar com meu grande amigo sol o que nunca me deixou na mão e eu sentia algo especial pelo sol pois quando ele ia embora era uma grande tristeza e ele sabia disso mas perseguindo como soube que era um meio –sangue então :
Eu estava na aula de artes (minha preferida ) quando der repente meu professor me chamou para conversarmos a sós eu como obrigação do aluno fui ver do que se tratava e logo que cheguei perguntei:
- professor do que se trata?
E ele disse:
-quero que seja sincero comigo !?
E eu:
- alguma vez não fui?
E ele:
-é serio , quero que me fale tudo sobre seu pai
Naquele momento uma lagrima rolou no meu olho e respondi a ele :
-você sabe que meu pai fugiu antes de eu nascer.
Ele disse :
-quero saber mais sobre ele
E eu o respondi que não sabia de muita coisa só de que era meu pai e minha mãe dissera que era muito especial.
Quando ia descendo a escada da escola meu professor virou uma fúria e nesse momento sai correndo para fora da escola e em meio a correria me perdi dentro de uma floresta perto de uma estrada e foi ai que eu encontrei uma bussola dourada forjada em alto relevo com o desenho do sol com um bilhete dizendo ‘’ para o sul filho’’
Fui indo em direção ao sul quando me deparei com um acampamento com algo escrito em grego de cara não entendi mas depois ficou muito claro esta escrito acampamento meio-sangue dizendo um sátiro dizendo :
-bem vindo ao acampamento filho de a Apollo
E depois me mostrou o acampamento e agora continua.......
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 5:11 pm

Lucy Hawk e zack w. henrys reclamados!
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Qui Jul 26, 2012 5:19 pm

Charlie J. Politch reclamada como filha de Perséfone!
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Sex Jul 27, 2012 2:58 pm

1-) Nome do Personagem.

☼ Dean Hoshi

2-) Idade.

☼ 14

3-) Nome do Deus que desejas ser filho.

Nyx

4-) História do Seu Personagem e Narração de Como Descobriu ser filho de tal deus.


Eu nunca soube direito minhas origens. Sabia que meu pai conhecera minha mãe em um...observatório. Ele ainda ri enquanto conta a história para mim sempre que peço.
- Ela era simplesmente perfeita...- ele falava ainda olhando para as estrelas. Ele sempre pedia para ficarmos no telhado, observando as estrelas. Quando eu pergunto o porquê sempre recebo a mesma resposta:
- Foi onde eu a trouxe na primeira noite em que ficamos juntos. Ela então deu a luz a você e desapareceu.
Aquilo era tudo o que eu sabia até então. Bem, continuando a história macabra da minha vida, tudo aconteceu em somente um dia. Eu nunca fui muito sociável com ninguém. Às vezes ser o nerd da sala que deveria estar dois anos adiantado ajuda na solidão. As únicas pessoas que eu podia contar eram meu pai e a Srta. Finnegan. Para resumir a história da Srta. Finnegan, ela entrou no colégio no mesmo ano que eu, porém para ser professora de educação física. Ela também não era muito sociável o que ajudou a nos conhecermos.
Imagine uma das pessoas mais confiáveis que você conhece. Agora imagine ela mostrando-se ser outra pessoa completamente diferente. Foi o que aconteceu comigo. Era uma bela manhã na escola quando tudo aconteceu. Estava-mos na aula de educação física, jogando queimada. Eu sempre ficava no banco, porém nesse dia, a Srta. Finnegan convida-me para jogar, e eu ingresso em um time fraco, mas ela ingressa no mesmo time comigo.
Ela então pega a bola, arremessando em mim com toda a força. De repente eu salto para o lado, logo em seguida caio e rolo no chão. Todos olham apavorados, e então a situação toda se complica. Ela começa a transformar-se. Ela cria garras o que pareciam afiadas. Pareciam uma mistura de burro com mulher, e suas patas eram desproporcionais ao corpo, sendo elas de bronze.
Ela então saca uma espada de uma bainha em suas costas, o que faz todos correrem dali, menos eu. Ela então avança contra mim brandindo sua espada. Sem saber como, eu sabia que ela atacaria pela direita, em um movimento de arco, com uma leve inclinação. Logo então eu abaixo-me e então em um movimento involuntário chuto sua perna, ou o que parecia sua perna. Então meu anel cai de meu dedo. Se esqueci de comentar o que era aquele anel aí vai: Como diz meu pai:
- Foi sua mãe que lhe deixou -. Eu nunca soube por que tinha aquele anel. Era negro mas passava uma energia, imensa, algo bom.
“O que é isso que está me atacando?”,
ele questionava em sua mente. Então ele lembra-se das aulas com seu pai. Era uma empousa, agora ele tinha certeza. Ele então começa a pensar em uma estratégia de como acabar com o monstro. Estava sem armas nenhuma, então deveria defender-se. De repente seu anel transforma-se em uma espada negra. Então a empousa ataca, mas consigo rapidamente defender-me com as costas da espada, dando um giro com o corpo, golpeando o monstro na área das costelas. O monstro dá um uivo de dor, o que era completamente amedrontador. Ela então salta e me golpeia com a espada, eu consigo saltar para trás, mas um corte abre-se em minha bochecha.
Ela ri, e desliga-se por um momento da luta, achando que tinha me acertado em cheio. O que deu tempo pra que eu golpeasse sua cabeça, cortando-a. A última coisa que vi antes de apagar fora ela virar completo pó, então tudo se apaga. Logo acordo em um lugar diferente. Ele era aberto e limpo. Ao redor de mim haviam alguns garotos, completamente machucados. Eu estava em uma cama, e ao meu lado, em um pequeno banco estava meu anel.

Hey, levante devagar rapaz.

Uma voz me chamara. Era um homem, com pernas...DE CAVALO. Ele era seguido por um garoto com pernas...DE BODE. O mundo não fazia nenhum sentido. Tudo que lera até agora pensando ser somente mito era verdade. Monstros, heróis, batalhas, tudo existia.

Quem....são...vocês?

Meu nome é Quíron, esse é Michael, seu sátiro.

Eu então lembro do rosto do garoto. Fora ele que uma vez me protegera de levar uma surra, depois nunca mais o vira. Ele deveria estar seguindo-me até então.

Espera aí. Estão me dizendo que tudo na mitologia é verdade? Que existem deuses? Sátiros?MONSTROS?

Eu estava muito confuso naquele momento, mas então uma voz calma fala somente uma frase, que o choca completamente.

Sim, e você é filho de um deus. Quer dizer, uma deusa: Nyx...

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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   Sex Jul 27, 2012 3:22 pm

Dean Hoshi reclamado como filho de Nyx.
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MensagemAssunto: Re: Seja reclamado!   

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