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 | Treinos na Arena. |

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Dionísio
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MensagemAssunto: | Treinos na Arena. |   Dom Jul 15, 2012 8:50 am

TODOS os treinos na Arena serão postados abaixo, neste tópico. Treinos de Arco e Flecha, Espadas e Escudos, Outras Armas e Combates a Monstros serão os únicos treinos permitidos. Caso for uma PvP (Player versus Player), algum Deus (Narrador) deverá criar um tópico separado deste. O mesmo vale para um treino em dupla.
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MensagemAssunto: Re: | Treinos na Arena. |   Ter Jul 17, 2012 7:16 pm

Combate a Monstros

Arena



Como eu estava sem nada para fazer, decidi ir até a Arena. Antes peguei minha espada da névoa, meu tirso e meu escudo. Quando cheguei conversei com Quíron sobre um treino. O sol estava forte com uma leve brisa. Logo vi Quíron trazendo uma caixa grande, logo soube que não seria assim, tão fácil. O centauro parou de arrastar a caixa, se afastou e a abriu.
De lá saiu um “menino” muito nutrido com uma espada, era um lestrigão de dois metros e com muitos musculos. Ele gritou e bateu no peito como um gorila. Então olhou para mim e começou a rir, e sem aviso prévio andou e tentou fazer um corte em mim de cima para baixo, coloquei o escudo em cima de mim, porém o monstro era mais forte, tentei empurrar o escudo. Mas não deu também, então me joguei para o lado, dando uma cambalhota logo me levantando, para não ficar mais fácil de receber um golpe.
Embainhei minha espada e peguei meu tirso, eu sabia que lestrigões são burros, então poderia me dar bem usando este ponto fraco dele. Comecei a correr em direção do monstro, que fez o mesmo. Quando não estávamos tão perto, fiz cara de surpreso.
- Está desamarrado! – Falei apontando para o pé dele
O lestrigão olhou para onde apontei só que ele não sabia que estava descalço, também com um pé daquele tamanho... Aproveitei a chance que tinha e então consegui atacar somente o braço do monstro. O lestrigão tentou me atacar com a espada da direita para a esquerda, então coloquei o escudo na frente, mesmo me defendendo eu ia para o lado aos poucos. O monstro vendo que não funcionava, levantou a espada e me deu um soco do lado esquerdo.
O soco dele foi tão forte, que rolei muito. Então o vi andando em minha direção com um sorriso maléfico no rosto. Consegui me levantar, com um pouco de dificuldade. Então me concentrei em olhar para ele, mais especificamente em seus olhos. Queria deixá-lo tonto, e pelo jeito havia funcionado, pois o lestrigão fechou os olhos e colocou a mão na cabeça, e a mexê-la. Era à hora certa para eu atacá-lo.
Consegui ficar de pé, corri não tão rápido, e então fiquei atrás dele antes que o efeito da tontura passasse. Ataquei com meu tirso em suas costas, foi quando o lestrigão urrou o que achei bastante estranho, e consegui perceber, que ele balançou a cabeça. Guardei o tirso e desembainhei a minha espada, enquanto meu escudo ficava no braço direito também. Antes que ele descobrisse, fiz um corte na perna direita do monstro, com a esperança de que ele não corresse.
Logo fui para trás, no exato momento que ele olhou para mim. Tentando me acertar com a espada, porém pulei para o lado. O monstro olhou para a espada com cara de insatisfeito e então jogou para trás, logo se aproximou de uma árvore, e a arrancou dando um sorriso, foi quando percebi que agora seria mais difícil desviar. O lestrigou olhou para mim e como um jogador de beisebol tentou me acertar. Quando vi aquele enorme “taco de beisebol” indo a minha direção, logo deitei, e por um pouco não fui acertado.
Levantei-me muito rápido e o monstro ia tentar me esmagar, se eu não pulasse tão alto para o lado, esperei outro golpe, porém a árvore afundou na terra. Agora eu tinha que fazer igual nos videogames, subir e apertar “x” e “o”, a única diferença era que não seria assim tão fácil, porém tive de arriscar. Corri e pulei em cima da árvore arrancada, para o meu azar o lestrigão soltou da terra logo quando eu dei o segundo passo, deitei e fiquei me segurando.
O monstro ficou balançando esperando que eu caísse. A estratégia dele estava quase dando certo, eu estava com a mão direita e com as pernas me segurando. Então fiquei com a mão esquerda aberta em direção aos pés do lestrigão. Do chão brotaram algumas videiras que ficaram se enroscando nos pés e nas pernas do monstro. Que ficou olhando confuso e parou de balançar. Aproveitei o momento e voltei a andar em cima da árvore.
Quando finalmente consegui chegar à ponta o monstro apenas mexeu as pernas e quebrou as videiras, olhou para mim e então pulei, fazendo “cavalinho” no lestrigão. Finquei minha espada em seu ombro direito, o monstro gritou e ficou tentando me pegar, mas colocava o meu escudo na frente. Tirei a minha espada do monstro e finquei no ombro esquerdo do mesmo. Peguei meu tirso e bati em sua cabeça.
O lestrigão não conseguiu me tirar de lá. Então abaixou as costas e tentou me pegar, bati com o tirso. Porém ele tentou de novo e conseguiu. Pegou-me com uma mão pela blusa como se eu fosse um boneco, e logo me jogou em uma árvore e retirou a espada do ombro e jogou aos meus pés. Minhas costas ficaram doendo, peguei a minha espada.
O lestrigão veio em minha direção, eu tentei me arrastar, mas não adiantou, ele me acertou com a árvore.
Fiquei com as minhas poucas forças me segurando. O monstro ficou me procurando e não encontrou, com muito esforço tentei ficar me aproximando. A princípio o lestrigão não entendeu, mas no meio do caminha ele me viu e largou a árvore, porém eu não fui esmagado. Levantei-me e consegui deixar o monstro tonto, e agora com videiras. Fui andando desajeitado até o monstro. Antes que ele voltasse ao normal bati com o tirso em sua barriga, e depois em seu braço direito.
Ele conseguiu destruir as videiras e voltou ao normal, guardei meu tirso e peguei minha espada, e quando tentou me atacar passei por baixo de suas pernas, e finquei minha espada em suas costas com toda a força que consegui. Logo o monstro virou apenas pó misturado a vento.
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MensagemAssunto: Re: | Treinos na Arena. |   Qua Jul 18, 2012 10:18 am

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MensagemAssunto: Re: | Treinos na Arena. |   Qui Jul 19, 2012 10:36 am

○ Combate a Monstros ○



O.k, o Chalé 6 estava muito parado. Qual foi a solução? Me dirigi até a arena para mais um dia de incansáveis treinamentos. Para mim, aquele era o melhor lugar de todos no Acampamento! Onde eu podia me sentir livre, treinando minhas habilidades e me tornando o melhor de todos os guerreiros do Acampamento. Então, antes de sair do Chalé 6, peguei meu Boné do Fluminense e minha famosa Cursed Dagger, a minha adaga "amaldiçoada". Aqueles eram os únicos presentes que eu tinha de minha mãe, e a deusa me contara que são armas utilizadas por uma famosa e antiga filha de Atena: Annabeth Chase; claro, as armas sofreram algumas alterações, mas ainda assim pertenciam à Annabeth. Aquilo me deixava um pouco... orgulhoso, entende? [...] Após pegar minhas únicas armas, me dirigi a arena. Estava a me apressar o passo, já que não queria me distrair no caminho com o doce cheiro dos campos de morango que impregnava o acampamento inteiro. Ao chegar a mais ou menos um metro da arena, pude olhar pela entrada a dentro vários campistas treinando: Quíron instruindo os outros no arco e flecha; semideuses lutando contra si mesmos e contra bonecos; etc. O dia estava como sempre. O dia estava "normal". Nas fronteiras mágicas do Acampamento dava-se para ver várias nuvens se formando, porém, com a defesa mágica melhorada do mesmo nenhuma nuvem se quer entrou nos territórios dos meio-sangues. [...] Finalmente cheguei na ala da arena que eu queria: a ala de combate a monstros. Era minha preferida, sem um pingo de dúvida. Então logo fui até o semideus veterano que estava servindo como instrutor do combate a monstros. ── Ei! Posso treinar com vocês? ── Sorri ao dizer, logo agarrando minha adaga e tirando meu boné do bolso. ── Filho de Atena aqui. Sabes que vou me dar bem... ── Antes de terminar de dizer, o garoto fora interrompido por vários ruídos que vinham de uma caixa grande de madeira, que estava sendo abalada e sacudida por alguma coisa dentro dela. "Meu monstro!", pensei, soltando uma alta risada. ── O orgulho é o defeito fatal dos filhos de Atena; cuidado. Este monstro é perigoso demais. ── Disse o instrutor, mas não dei a mínima. Eu conhecia muito mais do que ele sobre os efeitos do orgulho e do egocentrismo, e então, olhei-o novamente. ── Relaxa... Apenas abra aquela caixa e eu te mostro como um filho de Atena pode ser perigoso, o.k? ── E então ele assim fez. Ao chegar perto da caixa e gritar alguns palavrões em grego antigo, o instrutor sacou uma espada e com ela destruiu os cadeados que a prendiam. A caixa estava aberta. O meu destino estava naquela caixa. Então saquei a Cursed Dagger e fiquei paralisado ao fitar a enorme criatura. Oito patas enormes e viscosas saíram primeiro. Logo vieram os muitos e grandes olhos e as presas daquela fera terrível. Logo o corpo negro inteiro saiu, dando lugar a uma caixa vazia e um metro fora da caixa estava uma aranha gigante presa por cordas. O instrutor não tinha soltado as cordas. Ainda. ── Preparado, filho de Atena?! Enfrente esta aranha gigante, um dos piores inimigos dos filhos de Atena! ── Disse o instrutor, sorrindo. Olhei para o punho da minha adaga e observei um dos grandes feitos de Atena: transformou Aracne em uma aranha após ganhar dela em um concurso de tecelagem. Desde então, todas as aranhas - que são filhas de Aracne - odeiam os filhos de Atena e tentam matá-los a qualquer custo. O.k, essa não é uma daquelas aranhinhas de jardim ou de poucos centímetros de altura. Era uma aranha gigante com uma vontade assassina e vingativa pela morte de sua mãe. Segurei o punho da adaga mais firme e então, olhei para o instrutor sorrindo. ── Pode começar! ── Após dizer isto, pus o Boné do Fluminense na cabeça. Todos ficaram surpresos, mas eu "desapareci". Eu estava invisível pelo efeito de meu boné, o que achei mais fácil se eu fosse lutar contra uma criatura três vezes maior que eu e com uma imensa vontade de me matar. Dei uma risada baixa, mas isso foi o suficiente para a aranha virar-se para mim e me encarar. Mesmo eu estando invisível, qualquer som ou cheiro vindo de mim poderia entrar nos sentidos da aranha e causar minha morte. Calculei o tempo de uma patada que estava prestes a levar e então desviei, rolando para o lado direito alguns segundos antes de ser atingido por uma imensa pata de aranha. Ainda invisível eu tinha que segurar meu boné para o mesmo não cair da minha cabeça e estragar meu disfarce. Eu tinha duas vantagens: minha adaga era extremamente ácida e eu estava invisível. Agora só precisava de técnicas de batalha avançadas para vencer este enorme monstro. Me direcionei correndo até o flanco esquerdo do monstro, e tentando atingir algumas de suas quatro pernas daquele lado, eu empunhei minha adaga em um golpe girando na horizontal e depois tentei me aproximar mais para conseguir atingir a parte esquerda do abdômen da aranha em um golpe na horizontal. Se desse certo, o ácido já estaria corroendo algumas partes daquele monstro. Porém ele era mais resistente do que eu pensava. A aranha agora sentia meu cheiro, já que eu estava bem mais perto do que antes. Ela se virou pra mim e me deu uma cabeçada, pensando que não iria me acertar, mas me acertou. 1, 2, 3, 4 metros de distância. Foi essa a distância na qual a aranha gigante me jogou. Perdi meu boné ao meu lado e quando vi estava cara-a-cara com aquele monstro. O medo percorreu minha espinha, até que me toquei de que por sorte não havia quebrado nenhum osso. Tateei o chão ao lado procurando meu boné, mas não encontrei nada. Era meu fim. Deixei meu orgulho ser mais forte que minha vontade. ── A-Atena... Obrigado pela adaga. ── Disse em meu suposto leito de morte. O jogo virou. Eu estava na vantagem. De repente, a parte esquerda da aranha desabou, impedindo-a de andar. Era minha chance. Com uma rápida esquiva, desviei de algumas patadas e bocadas que a mórbida aranha tentava e então consegui chegar ao seu flanco esquerdo: a parte mais vulnerável. Vi o estrago do ácido em suas patas e no corte do abdômen e então pulei em suas costas, tentando escalar suas costas e então ir até a cabeça do monstro. Ele já estava quase acabado, mas só pra provocar mais um pouquinho de raiva nos filhos de Aracne, eu queria acabar completamente com aquele monstro. Finquei várias vezes minha adaga no monstro, tentando fazer com que o sangue de centauro chegasse até as correntes sanguíneas da aranha. Além de fincar, também dava vários golpes na horizontal e vertical e às vezes formava vários "x" no esqueleto externo daquele monstro. A aranha ia se despedaçando e se transformando em pó cada vez mais que eu a golpeava. Era o fim. O jogo acabou e eu venci. Por sorte a aranha sabia perder e não tentou ressuscitar que nem uma louca. Ao longe eu ouvi o barulho de palmas e virei minha cabeça na direção das mesmas. O instrutor estava me aplaudindo. ── Muito bem! Muito bem, filho de Atena! Venceu seu medo... de aranha? É. Acho que ainda sobrou um pouco! ── Disse ele, rindo. Ele segurava um item especial... Um boné. O meu boné. ── Devolva-me. ── Disse em tom sério. Não queria discussão. Não queria mais brigas por aquela hora. Então, peguei o Boné do Fluminense e minha adaga e só então voltei para o Chalé 06.



Citação :
Armas Utilizadas:
○ Boné do Fluminense - Quando posto na cabeça, deixa o usuário invisível, suas armas e utensílios também sumirão. [By: Atena]

○ Cursed Dagger - Uma adaga totalmente de Ouro Celestial, seu cabo detalha vitórias da deusa Atena. Sua lâmina foi banhada no sangue de um centauro, o que significa que é extremamente ácida. [By: Atena]
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MensagemAssunto: Re: | Treinos na Arena. |   Qui Jul 19, 2012 11:19 am

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MensagemAssunto: Re: | Treinos na Arena. |   Seg Jul 23, 2012 10:01 am







This is my face

No matter what others think of me, so I will not change


A garota de cabelos negros estava entediada no chalé de Hermes, onde deveria ficar até ser reclamada por seu devido progenitor. Enquanto encarava o teto do chalé mais lotado do Acampamento, a jovem se perguntava quem seria, de fato, seu pai. Será que ela seria reclamada por algum deus ou deusa ou morreria sem saber quem era seu pai? Sacudiu a cabeça afastando a ideia de chegar a velhice sem saber quem era seu pai. Mas, ao mesmo tempo que queria descobrir, não queria. E se seu pai fosse algum deus que ela não fosse muito fã? E se ela fosse uma vergonha para o pai e ele nunca a reclamasse? A pequena agora estava ficando realmente preocupada. Isso era a última coisa que ela queria. Por fim, Selena se sentou na cama e olhou o local. Havia pouca gente ali na hora. A garota pegou os equipamentos de treino e foi se trocar. [...] A semideusa se dirigiu para a arena após prender a espada na cintura e o escudo no braço. A garota era o oposto do que muitos considerariam comum. Seus olhos eram azuis, algo próximo do azul safira, sua pele era extremamente pálida, com aspecto doentio e seus cabelos de um negro profundo. Poderia se dizer que lembrava um morto ou talvez uma prole da tão amada morte. A Arena não era assim tão longe, por sorte. Porque se tivesse que ficar mais um tempo sob os olhares desconfiados dos outros semideuses iria acabar tendo um troço. Então entrou na arena e observou um animal lá presente. A primeira vista, parecia uma mulher meio ave, mas a garota sabia que aquela criatura era uma harpia. Ela desembainhou a espada e se dirigiu para o centro da arena. Durante quase um minuto as duas se observaram e então o monstro fez o primeiro movimento. Ergueu voo e desceu rápido em direção a garota. Selena então brandiu a espada e ergueu o escudo, implorando para dar certo. Sua intenção era golpear a pata ou a asa da mulher ave, para atrapalhá-la. Seus olhos azuis ergueram-se e se depararam com uma ave sobrevoando a garota esperando-a abrir uma brecha para atacar. Com o escudo ainda erguida, recuou um pouco e abaixou o escudo. Foi então que fez um movimento arriscado, desses que havia visto em filmes. Flexionou as pernas e correu para pegar impulso. Então pulo e segurou a espada com as duas mãos, para aumentar a força e a precisão do ataque. Apesar de ter sido um movimento relativamente bom, pegou apenas de raspão na barriga da harpia, que havia se movimentado para trás. Selena dobrou as pernas para diminuir o impacto e cai abaixada no chão, se erguendo e olhando para a harpia. Esta investiu de novo na garota, que tomou um golpe no braço esquerdo. Não foi tão fundo, mas foi o suficiente para fazê-la gemer de dor. Aproveitando que ela abaixara e abrirá a guarda, brandiu a espada o mais rápido que pode (o que não foi lá grandes coisas) e cortou de leve sob a asa da harpia para dificultar ou impedir o vôo. Agora a luta deveria ser em terra. ─ Maldita. ─ Murmurou enquanto olhava o braço machucado. Em um movimento conjunto, as duas investiram uma contra outra ao mesmo tempo. Selena tirou o ataque com o escudo com dificuldade e depois cortou de novo a pata do monstro. A harpia enfurecida tentou golpea-la novamente, mas esta tirou o golpe com a espada e a golpeou na altura da cintura. Selena tomou mais um golpe, mas desta vez de raspão na barriga e enfiou a espada na barriga do monstro, murmurando um último “morra” e o monstro por fim virou pó.
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